
RARIDADE
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A Arq. Marta Ghezzi, que foi Curadora dos Bens Culturais do Palácio Piratini, descobriu nos guardados de sua mãe esta foto que gentilmente enviou. É do início dos anos 30, quando o General Flores da Cunha era governador. Ela explica que tem a foto porque seu avô aparece nela, na ocasião era Prefeito de Passo Fundo. A importantíssima foto foi tomada no vestíbulo do Palácio Piratini, considerada de extraordinário valor histórico, pois através dela, precisamos reescrever a trajetória da chegada das três monumentais telas que hoje compõem a Pinacoteca do Instituto de Educação. Acreditava-se que nunca tinham adornado as paredes do Palácio Piratini, devido às grandes dimensões. Entretanto, nossa querida amiga Marta Ghezzi, faz uma descoberta que muda o rumo da história. A Chegada dos Casais Açorianos (6,65X5,50 metros) a maior de todas nunca foi colocada no Palácio, mas a obra de Lucílio de Albuquerque, Garibaldi e a Esquadra Farroupilha , assim como a Tomada da Ponte da Azenha, de Augusto Luiz de Freitas, à esquerda, viveram um período de glória nas paredes do Palácio Piratini. Muito obrigada, Marta , pelo precioso e raro documento fotográfico!
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UMA RAINHA IMORTAL
Fernando Baril imortalizou a amiga Flávia, inspirado no período em que ela prestou relevantes atividades como Chefe da Assessoria de Arquitetura , no Palácio Piratini. O Tìtulo da obra é típico do artista: "Só por trabalhares num Palácio, não quer dizer que és uma Rainha..." Na foto, o autor, Fenando Baril, a obra e a musa inspiradora, Flávia Boni Licht. |
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